Mostrando postagens com marcador Linux. Mostrar todas as postagens
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Meu twitter

My Tweet Place Beta
Uma plataforma virtual para o Twitter, com suporte a múltiplas contas, tweets programados e muito mais.
My Tweet Place é um aplicativo que roda direto do navegador e por meio do qual você tem total controle sobre uma ou várias contas do Twitter.

Com tudo que os principais clientes de Twitter oferecem, o My Tweet Place permite a você postar suas atualizações, retwittar quem você segue, responder contatos e enviar e receber mensagens diretas (DM).

O serviço, porém, conta com vários outros recursos não presentes na página oficial do microblog, o que faz dele uma bela alternativa para quem deseja ter uma atividade ainda mais ampla no Twitter.

Permitindo o uso de sua conta

Você precisa usar sua conta do Twitter para se conectar ao My Tweet Place. Para isso, logue-se no Twitter e então clique em “Clique para acessar”. Você será levado à página inicial do My Tweet Place. Ao fazer seu login neste serviço, é preciso permitir o uso de sua conta do Twitter por ele. Clique em “Allow” para que isso seja feito.

Permita o uso de sua conta

Várias contas em uma mesma página

Um dos principais atrativos do My Tweet Place é a possibilidade de usar várias contas em uma única tela. De modo simples você configura quantas outras contas desejar, algo interessante para quem, por exemplo, possui uma Twitter para seu blog e outro pessoal. Assim, você gerencia e posta em ambas sem precisar de dois navegadores abertos.

Tweets programados

Se você gostaria de Twittar algo, mas precisa sair da frente do computador, o My Tweet Place possui uma solução inteligente para isso. Programe a data e o horário exato para que uma atualização seja postava no microblog para que, quando chegar o momento, um novo tweet seja postado.

Tweets programados

Twittar, Retwittar, citar...

Com o My Tweet Place você pode fazer qualquer coisa que faz normalmente com o Twitter acessado na página oficial do microblog. Atualize seu status, edite seu perfil, verifique quem citou você no Twitter, acompanhe a linha do tempo do microblog (pública, de seus amigos ou a sua própria).

Estatísticas

Após certo tempo de uso, o My Tweet Place gera estatísticas de suas atualizações no Twitter, bem como dos links que você postou no serviço. É um bom método de acompanhar o número de usuários que clicaram nos links enviados, bem como o alcance e a visibilidade de tudo que aparece em sua conta.
download:
http://www.baixaki.com.br/download/my-tweet-place.htm

Primeiros comandos do Linux para Iniciantes

Primeiros Contatos


Onde digitar os comandos, login e logout da shell, comandos de ajuda e referências.

1. dmesg - Mensagens de inicialização
2. id - Mostra o usuário atual
3. man - Ajuda sobre algum comando, assunto ou arquivo de configuração
4. info - Ajuda sobre algum comando, assunto ou arquivo de configuração

Comandos para Manipulação de Arquivos


Um tutorial sobre vários dos comandos necessários para lidar com arquivos e diretórios no Linux.

1. pwd - Exibe o diretório atual
2. cd - Navegando entre diretórios
3. ls - Listar arquivos
4. mkdir - Cria um diretório
5. rmdir - Remove um diretório vazio
6. cp - Cópia de arquivos e diretórios
7. mv - Move ou renomeia arquivos e diretórios
8. rm - Remove arquivos e diretórios
9. find - Procura arquivos
10. ln - Cria links entre arquivos
11. cat - Exibe o conteúdo de um arquivo
12. head, tail - Mostra o começo e fim de um arquivo
13. file - Indica o tipo de arquivo
14. touch - Muda timestamps

Compactação e Descompactação


Mostra os formatos básicos de arquivos compactados e como lidar com eles no Linux.

1. tar - Agrupando arquivos
2. gzip, bzip2 - Compactando arquivos
3. zip, rar - Outros formatos de arquivos compactados

Comandos de Tratamento de Texto


Os comandos para tratar do conteúdo dos arquivos. Procurar, substituir, juntar, cortar…

1. sort – Ordena um arquivo alfabeticamente
2. uniq – Elimina linhas repetidas
3. grep – Procura texto e expressões dentro de um arquivo
4. paste – Combina arquivos em um só
5. cut – Separa um arquivo por campos e imprime apenas partes especificadas
6. tr – Transforma caracteres
7. sed – Filtragem e Transformação de Conteúdo

Permissões


Além de mostrar como funcionam as permissões dos arquivos no Linux, ensina a utilizar os comandos que tratam das permissões.

1. chown - Modifica os donos de arquivos e diretórios
2. chmod - Modifica as permissões dos arquivos e diretórios
3. umask - Visualiza e muda a máscara padrão de permissões

Processos


Como funciona a execução dos programas no Linux e como tratá-los.

1. ps - Listar processos
2. top - Lista processos em tempo real
3. pstree - Mostra processos em forma de árvore hierárquica
4. kill, killall - Envia um sinal ao processo (MATA!)

Comandos de Informações do Sistema

1. date - Mostra a data e hora do sistema
2. cal - Mostra um calendário amigável
3. df - Mostra informações de espaço em disco
4. du - Mostra espaço em disco usado por diretórios
5. fdisk, sfdisk - Informações sobre partições
6. hdparm - Informações detalhadas sobre HDs
7. free - Informações sobre memória
8. swapon - Informações sobre memória virtual (swap)
9. cat /proc/cpuinfo - Informações sobre o processador
10. uname - Informações de versão do kernel, arquitetura e outros
11. lspci - Mostra informações sobre dispositivos PCI
12. lsusb - Mostra informações sobre dispositivos USB

DPKG - Debian Package Manager


Como lidar com os pacotes de programas que encontramos por aí na Internet, ou nos CDs das distribuições Linux? Quais os processos para instalar, remover e atualizar programas que estão no formato DPKG?

1. dpkg -i - Instala pacotes
2. dpkg -r - Desinstala pacotes
3. dpkg -l - Lista pacotes instalados
4. dpkg -p - Mostra informações sobre um pacote
5. dpkg -L - Lista os arquivos instalados de um pacote

RPM - RPM Package Manager

1. rpm -i - Instala pacotes
2. rpm -U - Atualiza pacotes
3. rpm -e - Remove pacotes
4. rpm -q - Consulta um pacote
5. rpm -qa - Lista todos os pacotes instalados
6. rpm -qi - Mostra informações sobre um pacote
7. rpm -ql - Lista os arquivos instalados de um pacote
8. rpm -V - Faz uma verificação de integridade em pacotes

Gerenciador de pacotes: apt


Utilizado em distribuições Debian, Ubuntu e seus derivados para instalar e remover programas.

1. apt-get update - Atualiza a lista de pacotes dos repositórios
2. apt-cache search - Procura um pacote por palavras
3. apt-get install - Instala pacotes de programas
4. apt-get remove - Remove pacotes de programas do sistema
5. apt-get upgrade - Atualiza todos os pacotes do sistema
6. apt-get dist-upgrade - Atualiza a versão da distribuição e todos seus pacotes
7. apt-get moo - Invoca os poderes da vaca

Gerenciador de pacotes: yum


Utilizado em distribuições Fedora, Red Hat e seus derivados para instalar e remover programas.

1. yum search - Procura um pacote por palavras
2. yum install - Instala pacotes de programas
3. yum remove - Remove pacotes de programas do sistema
4. yum update - Atualiza os pacotes do sistema
5. yum check-update - Verifica se há atualizações de pacotes disponíveis
6. yum list - Lista todos os pacotes instalados e disponíveis no repositório
7. yum list available - Lista os pacotes disponíveis para instalação
8. yum grouplist - Lista os grupos de pacotes instalados e disponíveis no repositório
9. yum groupinstall - Instala grupos de pacotes
10. yum groupremove - Remove grupos de pacotes do sistema

Linux Para Iniciantes

1 – Introdução

Linux é um sistema operacional (interface entre o usuário e o computador) multiusuário e multitarefa (processa várias tarefas ao mesmo tempo), criado pelo finlandês Linux Torvalds em 1991, com a ajuda de vários programadores voluntários. O Linux pertencente a família Unix (sistema desenvolvido em 1969, na Bell/MIT), segue um conjunto de normas de padronização conhecidas como POSIX e utiliza, geralmente, licença GPL.

O coração ou núcleo de um sistema Linux é o Kernel. Ele é responsável por tarefas importantes como carregamento de drivers (comunicação do hardware com o sistema) e gerenciamento da memória (quantidade de espaço e local que cada programa usa). Esse núcleo vem sido constantemente alterado ao longo dos anos; sua versão atual é 2.6.30.5. Podemos dizer que todo sistema operacional que possui um Kernel Linux é considerado Linux.

A maioria dos grandes servidores do planeta utilizam Linux para disponibilizar suas aplicações (web, e-mail, ftp…) e o seu uso doméstico cresceu consideravelmente nos últimos dez anos.

Existem, também, diversos sistemas Linux rodando em celulares, roteadores, video games…

O símbolo ou logotipo do Linux é o Pinguim.

2 – Software livre, GPL e o Linux

A grosso modo, todo programa é um arquivo compactado e codificado que contém um conjunto de instruções conhecido por código fonte. Programas que, sem restrições, podem ser distribuídos, copiados e alterados são considerados Software Livre.

Grande parte dos softwares livres vêm acompanhados da licença GNU GPL, criada no fim dos anos 80 por Richard Stallman, através do projeto GNU (pertencente a Free Software Foundation).

Basicamente, a filosofia Linux permite a participação de qualquer pessoa na criação e desenvolvimento de um sofware ou sistema operacional, através da programação, tradução, arte, empacotamento, suporte…

O fato do código fonte ser aberto ao público, permite que um software livre receba aprimorações e correções rápidas. Por exemplo, se um usuário comum ou programador descobrir uma falha de segurança ele pode mandar um aviso (report) aos desenvolvedores e também ajudar na resolução do problema; muitos programas fazem o report automaticamente, com a devida permissão do usuário. Ao contrário dos softwares proprietários, que não divulgam as instruções de programação, é muito difícil encontrar um software GPL com vírus devido a visibilidade do código fonte.

Esse cenário possibilita a pessoas e empresas utilizarem a informática com uma acentuada redução de gastos.

Atualmente, existem ao redor do mundo milhares de pessoas e empresas envolvidas no desenvolvimento de sistemas Linux. Para termos uma idéia, participam do desenvolvimento do Kernel, desde de usuários comuns a empresas como a IBM e a Intel.

3 – As Distribuições Linux

Até agora usamos o termo “sistemas Linux” para nos referirmos as “distribuições Linux”.

Uma distribuição é composta pelo Kernel Linux e mais um determinado conjunto de softwares (maioria livre) que resulta em um sistema operacional completo.

As distribuições podem ser obtidas pela internet (através de arquivos “iso”) para serem gravadas em uma mídia (cd, dvd…) e posteriormente instaladas no HD (disco rígido) do computador ou pendrive.

Existem centenas de distribuições Linux e cada uma delas é desenvolvida e mantida pelo grupo Linux, por uma empresa ou um conjunto de voluntários (comunidades).

As distribuições possuem versões diferentes ao longo dos anos; a cada nova versão é adicionado um novo kernel, versões atualizadas dos softwares pré-existentes e, possivelmente, novos programas. Por exemplo, existe a distribuição Debian versão 5.0 (também chamado de Lenny), Fedora 11 (também chamado de Reign)…

Existem distribuições de uso geral como Slackware e Ubuntu que podem ser instalados em desktops e servidores, possuindo um conjunto de software para todos os gostos. Existem, também distribuições para atividades específicas como o Backtrack (auditoria para segurança de redes) e o 64 Studio (edição de áudio e vídeo).

O tamanho das distribuições varia de um disquete à um dvd. As distribuições “clássicas” possuem um conjunto completo de softwares e aplicativos que cabem em um cd ou dvd.

Os sistemas Linux clássicos são bastante customizáveis. É possível instalar apenas o kernel e mais alguns aplicativos para gerar um sistema enxuto em modo texto (visualmente parecido com o DOS da Microsoft) ou um sistema completo com interface gráfica que contém tocador de mídia e navegador de internet (parecido com o Windows Vista/XP).

4 – As Principais Distribuições

* Debian

É uma distribuição muito estável e segura, usada em boa parte dos servidores espalhados pela internet, totalmente gratuita e mantida por uma comunidade de desenvolvedores e colaboradores.

As versões são divididas em:

-Stable (Versão estável): Versão cujo desenvolvimento já foi concluído e periodicamente são feitas atualizações de programas, correções de segurança e correções de falhas. Sua versão atual é a 5.0 (Lenny)

-Testing (Versão Teste): É a versão que depois de um determinado período de testes se transformará em versão estável. Sua versão atual é a 6.0 (Squeeze)

-Unstable (Versão instável): Também conhecida por Sid, essa distribuição nunca será lançada, mas depois de um determinado tempo sua base dará origem a versão testing. Praticamente, todo trabalho de desenvolvimento do Debian começa na distribuição sid.

* Ubuntu

O Ubuntu é patrocinado pela Canonical Ltd e é considerado um dos sistemas linux mais populares entre os usuários domésticos. Essa distribuição é baseada no Debian, possui uma interface muito amigável e de fácil utilização.

As versões são lançadas a cada 6 meses e são baseadas no ano e mês de lançamento; por exemplo: o Ubuntu 8.10 se refere ao mês 10 (outubro) do ano de 2008.

O sistema de atualizações e correções é parecido com o do Debian.

A versão estável atual é a 9.04, conhecida como Ubuntu Jaunty.

* Slackware

Também conhecida por Slack, foi criada em 1993. É a distribuição Linux mais antiga e a mais parecida com o Unix. É extremamente confiável e requer um pouco mais de conhecimento do usuário para sua utilização.

Diferente da maioria dos sistemas, o Slackware utiliza apenas softwares que não sofrem nenhuma alteração ao serem incluídos na distribuição. Podemos dizer que o Slackware usa os softwares em estado “puro”.

Só existem versões estáveis para download. Se você quer se aprofundar no mundo Linux essa é uma distribuição muito indicada.

A versão atual do Slackware é 12.2.

* Fedora

O Fedora é uma distribuição gratuita com uma interface gráfica muito bonita, de fácil uso, patrocinada pela Red Hat e mantida pelo Projeto Fedora.

Essa distribuição é derivada do Red Hat 9 (versão gratuita mantida, na época, pela Red Hat); com a descontinuidade do mesmo surgiu, em 2003, o Projeto Fedora.

Uma característica interessante do Fedora é a utilização de softwares e drivers em sua última versão. Isso faz do Fedora uma distribuição extremamente moderna e com suporte a diversos dispositivos de hadware recém lançados.

A cada 6 meses, aproximadamente, é lançada uma nova versão.

A Versão atual do Fedora é 11.00, também chamada de Reign.

Obs.: Existem mais distribuições importantes que são conhecidas e recomendadas, como Gentoo e CentOS, por exemplo. Não é nosso foco escrever sobre todas as grandes distribuições. O site da Distrowatch tem cadastrado uma lista enorme de distribuições Linux, possuindo diversas informações sobre as mesmas.

5- Instalação do Linux, Particionamento e Sistema de Arquivos

A maior parte das distribuições Linux são instaladas de maneira intuitiva através de uma interface gráfica que durante o processo fará algumas perguntas, como o nome que o usuário deseja usar, senhas e linguagem padrão (português, inglês…). No restante das etapas da instalação, será necessário apenas avançar, pois o sistema se encarregará das configurações necessárias.

Durante a instalação ocorrerá o particionamento (maneira como o HD será dividido e qual sistema de arquivo utilizará), que poderá ser feito de maneira “automática” ou “padrão” para não complicar a vida dos usuários com menos experiência; usuários experientes poderão fazer isso manualmente.

Ao solicitar um particionamento automático, a maioria das distribuições se encarregarão de adicionar uma partição “swap” no HD, que serve para auxiliar o trabalho das memórias caso estejam com seus recursos esgotados; uma partição “swap” não irá acelerar o sistema, mas poderá amenizar possíveis travamentos. Também será criada ao menos uma partição para abrigar a instalação de todo o sistema operacional (arquivos, pastas, programas…). Essa partição deverá utilizar algum sistema de arquivos (maneira como os dados são organizados e gravados no HD) nativo do Linux.

O sistema de arquivos padrão atual do Linux é conhecido como Ext3. Já existe o Ext4 (evolução do Ext3), porém o mesmo ainda não está presente na maioria dos instaladores das distribuições.

O Ext3 é muito confiável e moderno, possuindo um sistema de gravação de dados inteligente e facilitando o processo de recuperação dos mesmo, caso ocorra alguma falha ou desligamento incorreto do sistema.

Em um determinado momento será pedido para digitar a senha do usuário root (administrador com poder total sobre o sistema) e o nome/senha de usuário comum. Se você quiser deixar o sistema mais seguro procure não usar senha óbvias do tipo “1234”, principalmente para o usuário root. A senha de usuário comum será utilizada para o acesso no sistema e a de root para executar algumas tarefas.

Na maioria das vezes, queremos que o sistema seja inicializado automaticamente sem a necessidade de cd ou disquete de boot (disco próprios para inicializar um sistema). Para evitar esse incômodo, é preciso confirmar a instalação do gerenciador de boot (programa responsável pela inicialização do sistema) na MBR (primeiro setor do HD). A maioria dos programas de instalação aplicam essa configuração por padrão, mas não custa prestar um pouco de atenção. Os softwares responsáveis pela inicialização podem ser o Grub ou o Lilo, dependendo da distribuição utilizada.

Ao término de uma instalação convencional aparecerá uma tela de login, pedindo o nome de usuário e a respectiva senha. Não é recomendado entrar no sistema como usuário root, portanto use sua conta de usuário comum. A senha de root será automaticamente exigida para execução de tarefas que, de alguma maneira, podem colocar o sistema em risco, como instalação de programas e criação de novos usuários.

6 – Modo Texto e Interface Gráfica

As distribuições Linux permitem que o usuário interaja com sistema operacional através de uma shell (modo texto) ou através de ambientes gráficos como o KDE, Gnome, Fluxbox…

As shells tem aparência muito semelhante ao antigo DOS da Microsoft, porém possui muito mais recursos e funcionalidades. Nesse tipo de interface são digitados comandos para que o sistema execute as ações desejadas.

Alguns comandos do Linux: uname (mostra o sistema que estamos usando), pwd (mostra o nosso diretório atual) e ls (lista arquivos e diretórios).

No Linux não existe a obrigação de instalar uma interface gráfica. Podemos, por exemplo, instalar a última versão do Fedora apenas em modo texto. Isso é muito útil quando usamos máquinas antigas ou com poucos recursos.

Existe um bom número de interfaces gráficas para ambientes Linux. As mais comuns e com mais funcionalidades são KDE e Gnome, porém utilizam mais recursos do pc; também existem interfaces mais leves como Xfce e Fluxbox.

A modo gráfico faz tudo que o modo texto faz porém a execução de tarefas e ações é muito mais intuitiva, não exigindo conhecimentos de comandos por parte do usuário. A maioria das ações são efetuadas atrvés do mouse, como no Windows Xp ou Vista, da Microsoft.

Os gerenciadores gráficos padrão possuem diversos aplicativos como navegadores de internet (Firefox, Konqueror…), gravadores de mídia (K3b, Gnomebaker…), editores de texto (Openoffice, Koffice…)…

É possível instalar mais de uma interface gráfica em um pc e se o mesmo tiver vários usuários serão mantidas as configurações para cada um deles.

Podemos, também, ativar diversos efeitos visuais nas interfaces gráficas (animações, 3D…).

Atualmente, existe um projeto para utilização do KDE no Windows e no Mac OS.

Shell Bash (modo texto)

Kde4 (com efeitos especiais)

7 – Considerações

Esse artigo foi direcionado, principalmente, às pessoas que pretendem entender os conceitos básicos e começar a utilizar os sistemas Linux.